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Igreja investiga possível milagre da Beata Elena Guerra

A Igreja iniciou no último mês de março a fase diocesana de investigação de um possível milagre por intercessão da Beata Elena Guerra. Essa investigação está sendo realizada na Diocese de Uberlândia, em Minas Gerais. O padre Eduardo Braga (padre Dudu), da Arquidiocese de Niterói (RJ) e vice-postulador da causa de canonização da beata, faz parte da comissão que está investigando o caso.

De acordo com o padre Eduardo, o possível milagre aconteceu com um homem que havia sido diagnosticado com morte cerebral e saiu desse quadro sem explicação médica. Esse caso aconteceu na cidade de Uberlândia, em 2010, com o auxiliar de enfermagem Paulo Gontijo. Segundo o padre William Garcia, pároco da paróquia Santa Mônica, onde Paulo participa, ele caiu de uma altura de seis metros e foi internado com traumatismo craniano. Quando Paulo estava em coma, o padre William foi administrar o sacramento da unção dos enfermos e dois dias depois, Paulo acordou, mesmo após o diagnóstico de morte cerebral.

Sempre soube que a barca da Igreja não é minha, não é nossa, mas é de Cristo

Na sua última audiência o Papa Bento XVI lembra que é Deus que guia a Igreja e o mundo

Bandeiras de diversos países e movimentos eclesiásticos coloriram a praça de São Pedro na manhã de hoje para a última Audiência Geral do Papa Bento XVI. Uma média de 150 mil peregrinos vieram dar o último abraço ao Santo Padre, antes da Sé Vacante, que começa amanhã, 28, às 20h.

Na primeira fila um nutrido grupo de cardeais, bispos e várias autoridades civis e eclesiásticas. Entre os cardeais estava o arcebispo de Viena Christoph Schoenborn, o de Boston Sean O’Malley, o cardeal brasileiro João Braz de Aviz, o filipino Luis Antonio Tagle, o arcebispo de Mônaco Reinhard Marx, Donal Wuerl (Washington), Roger Mahony (Los Angeles), o ganense Peter Turkson, o australiano Georg Pell, o mexicano Norberto Rivera Carrera, John Tong (Hong Kong), Bernard Law,  o cardeal Giovanni Battista Re, o secretário de Estado Tarcisio Bertone.

Bento XVI abre o Ano da Fé: "Redescobrir a alegria de crer!"


Exatamente cinquenta anos depois da abertura do Concílio Vaticano II, o Papa celebrou na manhã desta quinta-feira, 11, a abertura do Ano da Fé, por ele convocado com o objetivo da Nova Evangelização e com o olhar dirigido ao futuro e ao novo legado do Concílio.
Bento XVI presidu a Missa com um total de 400 concelebrantes: 80 cardeais, 14 padres conciliares, 8 patriarcas de Igrejas orientais, 191 arcebispos e bispos sinodais e 104 Presidentes de Conferências Episcopais de todo o mundo. Estavam também presentes na Praça São Pedro Bartolomeu I, Patriarca Ecumênico de Constantinopla, e o Primaz da Comunhão Anglicana, Rowan Williams.
O Papa iniciou sua homilia explicando que a celebração desta manhã foi enriquecida com alguns sinais específicos: a procissão inicial, recordando a memorável entrada solene dos padres conciliares nesta Basílica; a entronização do Evangeliário, cópia do utilizado durante o Concílio; e a entrega, no final da celebração, das sete mensagens finais do Concílio e do Catecismo da Igreja Católica.

Na Cruz, nossa identidade

Mais que um simples símbolo, um sinal visual que nos identifica. Na cruz encontramos a nossa identidade de cristãos. Ela é o lugar do sacrifício, da entrega de Jesus por nós e também precisa ser o lugar da nossa experiência pessoal com Ele. 

Por José Rogério Soares dos Santos
Coordenador Estadual da RCCSP
Grupo de Oração Kénosis


O símbolo adotado pelo Serviço Internacional da Renovação Carismática Católica (ICCRS), conhecido como “A cruz da Renovação” (The cross of the Renewal ), é extraído dos textos bíblicos de Jo 19,34 e 1Jo 5,6. O sangue (Lv 1,5+; Ex 24,8+) testemunha a realidade do sacrifício do cordeiro imolado para a salvação do mundo (Jo 6,51), e a água, símbolo do Espírito, sua fecundidade espiritual.  Na Cruz da Renovação, o símbolo da água que sai do lado aberto de Jesus crucificado, tendo na outra extremidade a imagem da pomba, quer explicitar a compreensão cristã neo-testamentaria  de que Jesus é o doador do Espírito e, por isso, a invocação na parte superior: Veni Creator Spiritus. “O Espírito é, pois, também pessoalmente a água viva que jorra de Cristo crucificado como de sua fonte e que em nós jorra em Vida Eterna”(Catecismo, n. 694). Nesse mesmo sentido, o pregador da Casa Papal, o frei Raniero Cantalamessa, escreveu:

A ALEGRIA DE SER DISCÍPULO DE CRISTO


A catequese do Santo Padre do dia 27 de junho de 2012

CIDADE DO VATICANO, segunda-feira, 2 de junho de 2012 (ZENIT.org) - Publicamos a seguir o texto da catequese que o Santo Padre deu na Sala Paulo VI na quarta-feira, dia 27 de junho:
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Queridos irmãos e irmãs,
Nossa oração é feita, como vimos na quarta-feira passada, de silêncio e palavra, de canto e de gestos que envolvem a pessoa inteira: da boca à mente, do coração ao corpo inteiro. É uma característica que encontramos na oração hebraica, especialmente nos Salmos. 
Hoje gostaria de falar sobre um dos cantos ou hinos mais antigos da tradição cristã, que São Paulo nos apresenta como aquele que é, de certo modo, o seu testamento espiritual: A Carta aos Filipenses. Trata-se, de fato, de uma Carta que o Apóstolo ditou na prisão, talvez em Roma. Ele sente que a morte se aproxima porque afirma que a vida será oferecida como libação (cf. Fil 2,17).
Apesar desta situação de grande perigo para sua integridade física, São Paulo, em tudo que escreveu expressa sua alegria de ser discípulo de Cristo, de poder ir ao Seu encontro, até o ponto de ver a morte não como uma perda, mas como ganho.
No último capítulo da Carta há um forte convite à alegria, característica fundamental do ser cristão e da nossa oração. São Paulo escreve: “alegrai-vos sempre no Senhor. Repito: alegrai-vos (Fl 4,4).
Mas como é possível se alegrar diante de uma condenação à morte então iminente? De onde, ou melhor, de quem São Paulo atrai a serenidade, a força e a coragem para ir ao encontro do martírio e do derramamento de sangue?

Eucaristia: Fonte de Vida


EUCARISTIA: FONTE de VIDA
Presença permanente de Cristo em nosso meio, a Eucaristia é uma escola de fé e de amor
Eucaristia = vem da palavra grega Eucharistein, que significa “ação de Graças”.
- Sacramento da Igreja onde Jesus se faz presente sob as espécies de pão e de vinho, com seu corpo, sangue, alma e divindade.
- Instituído por Jesus na última ceia, é o memorial de sua morte e ressurreição, banquete pascal em que ele se dá em alimento.
Participar da eucaristia é participar da vitória de Jesus ressuscitado e da ceia pascal, do banquete sagrado, o pão vivo descido do céu para a vida do mundo. É adorar, nas espécies do pão e do vinho consagrados, aquele que o céu e a terra não podem conter, porque é o próprio Deus.
A fé na presença de Cristo apóia-se nas palavras pronunciadas por Cristo na última ceia, quando, tendo benzido e partido o pão, deu-o a seus discípulos dizendo: Tomai e comei, isto é o meu corpo.
Fez igualmente, tomando o cálice com o vinho: Bebei dele todos, pois este é o cálice do meu sangue que será derramado por vós para a remissão dos pecados (Mt 26, 26-29).
São Paulo (1 Cor 11, 17-31) fez-se o porta-voz desse fato e da tradição cristã primitiva a respeito da eucaristia.